Uma perda máxima fixa fica em um nível fixo: uma conta de US$ 50.000 com limite de US$ 2.500 reprova em US$ 47.500, para sempre. Um trailing drawdown se move. Toda vez que a conta faz um novo topo, o nível de reprovação sobe o mesmo tanto, então o limite é sempre medido a partir do melhor ponto que a conta já atingiu.
Exemplo
Uma avaliação de US$ 50.000 com trailing drawdown de US$ 2.500:
Depois da semana boa a conta está US$ 2.000 no positivo, mas só US$ 2.500 abaixo do pico podem ser perdidos. O lucro não cria espaço; ele move o piso.
Variantes
- Trailing de fim de dia: o topo é atualizado a partir do saldo de fechamento de cada dia.
- Trailing intradiário: o topo inclui o lucro não realizado das posições abertas. Um trade que chega a +US$ 1.500 e volta para +US$ 200 subiu o piso em US$ 1.500. É a forma mais rígida e pega muitos traders de futuros.
- Trailing até o breakeven: o piso para de subir quando chega ao saldo inicial. A partir daí ele é fixo.
Qual delas vale está nos termos da sua mesa; a diferença decide se deixar os ganhos correrem é seguro.
Operando com ele
- Mantenha o seu drawdown normal bem dentro do limite; dimensione para que a sua pior sequência histórica de perdas use metade dele.
- Em trailing intradiário, realizar lucro parcial cedo protege o piso mais do que custa.
- Acompanhe a distância até o piso antes de cada trade, não depois.
No SetupBook
Em uma conta Prop (as regras prop são Pro), o drawdown máximo é medido a partir do maior saldo de trades fechados, o que corresponde ao trailing de fim de dia. O card "Limites prop" do painel mostra quanto dele já foi usado e avisa aos 80%; o formulário de trade avisa quando o risco planejado é maior do que o que resta. O SetupBook não vê picos não realizados, então, em regras de trailing intradiário, mantenha uma margem.